Quando o DJ toca: pensando etnomatemáticas no movimento Hip-Hop
Autor(es): Mendes, Jackeline Rodrigues, Pereira, Luiz Felipe de Melo
Nos anos 70 nas periferias dos Estados Unidos da América, local onde a população afro-americana e latina se via excluída socialmente e com poucos acessos às condições básicas de segurança, econômicas e sociais. Esquecidos pelo Estado e em meio a violência, a cultura hip-hop emerge como uma fuga destas mazelas e promove a criação de uma nova identidade, fruto do encontro desses grupos culturais que ali viviam. Claramente, junto com toda uma cultura composta por elementos de dança, música, poesia e visual, uma série de saberes e fazeres são ali produzidos. Este trabalho traz conhecimentos da encruzilhada do som e do corpo, da arte do DJ que dialoga com sua plateia através de suas músicas, suas técnicas que produzem sonoridades próprias. Partindo de levantamentos teóricos e vivências dos autores, olhamos para a prática do DJ e possíveis diálogos com a etnomatemática e a decolonialidade do saber.
Mendes, Jackeline Rodrigues, Pereira, Luiz Felipe de Melo. Quando o DJ toca: pensando etnomatemáticas no movimento Hip-Hop. https://periodicos.ufop.br/revemop/article/view/7228
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